Maquete da Fundação Iberê Camargo concluída e com calçadas ajustadas:
domingo, 8 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO(4)
Nessa semana, iniciamos a confecção de um protótipo da Fundação Iberê Camargo em papel hurley 1mm. Finalizamos com fita crepe, já que ainda trabalharemos com ele na próxima aula.
domingo, 27 de maio de 2012
EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (3)
sábado, 12 de maio de 2012
EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (2)
O exercício dessa semana consistia em construirmos em esponja floral um protótipo da Fundação Iberê Camargo, nosso objeto de estudo do trabalho final. O objetivo dessa atividade é conhecermos melhor as formas de tal estrutura e estudarmos seu volume e proporção.



A esponja é um material muito fácil de se moldar; no entando é muito delicada, despedaçando-se facilmente.
Para realizar essa atividade foram utilizadas duas esponjas acopladas, uma vez que a altura dos blocos era inferior a utilizada na maquete.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (1)
Na última sexta-feira, dia 4 de maio, realizamos com as turmas do 1º semestre de maquetes uma visita à Fundação Iberê Camargo, a fim de conhecermos melhor nosso próximo objeto de estudo e de confecção. Tal obra é mérito do arquiteto português Álvaro Siza, sendo a primeira construção desse no Brasil e referência em todo o país.
Para criar a estrutura da Fundação, o arquiteto partiu de um prisma retangular inicial a ser esculpido tanto externamente, quanto internamente. Formou-se, dessa maneira, um conjunto de "braços" que envolvem a construção no exterior e que servem de rampas de acesso no interior. Essas rampas sinuosas, marcantes e orgânicas são, por usa vez, responsáveis por criar a sensação de continuidade e conexão com os ambiente, além de proporcionar harmonia à toda obra.
Siza ainda utilizou-se do jogo de luz e sombra e explorou os efeitos dos volumes e tensões criados em sua construção.
Para quem visita o espaço, torna-se visível o planejamento de cada detalhe pelo arquiteto, desde a estrutura e o materias aos detalhes de finalização. Sizar, além de criar os mobiliários e as sinalização da obra, ainda teve o cuidado de tornar os elementos de iluminação/ventilação e acabamento o mais discreto possível.

Em relação à iluminação interna, a Fundação foi projetada para receber luz tanto natural, quanto artificial. No entanto, devido aos cuidados com as obras em exposição, utiliza-se, quase que predominantemente, a luz artificial. Há iluminações zenitais e algumas janelas dispostas nas rampas.
domingo, 6 de maio de 2012
EXERCÍCIO 5_SISTEMAS CONSTRUTIVOS (continuação)
A segunda etapa desse exercício tem como base a estrutura realizada na etapa anterior, a qual se tratava de um sistema de pilares e vigas. Dando continuidade a essa atividade, foi-nos proposto que aumentássemos a construção em módulos horizontais e/ou verticais. Posteriormente deveríamos vedar tal estrutura com diferentes materiais e criar aberturas que produzissem variados efeitos cênicos.
Sendo assim, optei por adicionar módulos horizontais. Com papel hurley, caixas de CD, madeira balsa e papel pluma construí a estrutura abaixo.


As imagens acima mostram a estrutura em perspectiva e sua vista frontal, e as abaixo, vistas laterais, posterior e superior.

As seguintes imagens mostram o interior da construção e o modo de incidência de luz:
1º cômodo:

2º cômodo:

3º cômodo:

4º cômodo:

5º cômodo:

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