domingo, 27 de maio de 2012

EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (3)

       Sendo a Fundação Iberê Camargo nosso objeto de estudo do trabalho final, iniciamos sua maquete representando as curvas de nível do terreno. 
       Segue abaixo as imagens do início dessa etapa:



    





sábado, 12 de maio de 2012

EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (2)

       O exercício dessa semana consistia em construirmos em esponja floral um protótipo da Fundação Iberê Camargo, nosso objeto de estudo do trabalho final. O objetivo dessa atividade é conhecermos melhor as formas de tal estrutura e estudarmos seu volume e proporção. 
     



       A esponja é um material muito fácil de se moldar; no entando é muito delicada, despedaçando-se facilmente.
        Para realizar essa atividade foram utilizadas duas esponjas acopladas, uma vez que a altura dos blocos era inferior a utilizada na maquete.





sexta-feira, 11 de maio de 2012

EXERCÍCIO 6_IBERÊ CAMARGO (1)

       Na última sexta-feira, dia 4 de maio, realizamos com as turmas do 1º semestre de maquetes uma visita à Fundação Iberê Camargo, a fim de conhecermos melhor nosso próximo objeto de estudo e de confecção. Tal obra é mérito do arquiteto português Álvaro Siza, sendo a primeira construção desse no Brasil e referência em todo o país.

                                              

       Para criar a estrutura da Fundação, o arquiteto partiu de um prisma retangular inicial a ser esculpido tanto externamente, quanto internamente. Formou-se, dessa maneira, um conjunto de "braços" que envolvem a construção no exterior e que servem de rampas de acesso no interior. Essas rampas sinuosas, marcantes e orgânicas são, por usa vez, responsáveis por criar a sensação de continuidade e conexão com os ambiente, além de proporcionar harmonia à toda obra.

    
  
    Siza ainda utilizou-se do jogo de luz e sombra e explorou os efeitos dos volumes e tensões criados em sua construção.                                                                                                                                                                                                                                                                                            
                                    

    Para quem visita o espaço, torna-se visível o planejamento de cada detalhe pelo arquiteto, desde a estrutura e o materias aos detalhes de finalização. Sizar, além de criar os mobiliários e as sinalização da obra, ainda teve o cuidado de tornar os elementos de iluminação/ventilação e acabamento o mais discreto possível. 

    


        Em relação à iluminação interna, a Fundação foi projetada para receber luz tanto natural, quanto artificial. No entanto, devido aos cuidados com as obras em exposição, utiliza-se, quase que predominantemente, a luz artificial. Há iluminações zenitais e algumas janelas dispostas nas rampas.

 


                                


domingo, 6 de maio de 2012

EXERCÍCIO 5_SISTEMAS CONSTRUTIVOS (continuação)


      A segunda etapa desse exercício tem como base a estrutura realizada na etapa anterior, a qual se tratava de um sistema de pilares e vigas. Dando continuidade a essa atividade, foi-nos proposto que aumentássemos a construção em módulos horizontais e/ou verticais. Posteriormente deveríamos vedar tal estrutura com diferentes materiais e criar aberturas que produzissem variados efeitos cênicos.
       Sendo assim, optei por adicionar módulos horizontais. Com papel hurley, caixas de CD, madeira balsa e papel pluma construí a estrutura abaixo.


    

       As imagens acima mostram a estrutura em perspectiva e sua vista frontal, e as abaixo, vistas laterais, posterior e superior.
 
                                   

                           
       

         As seguintes imagens mostram o interior da construção e o modo de incidência de luz:

         1º cômodo:


        2º cômodo:

        

        3º cômodo:


        4º cômodo:


         5º cômodo: